Brasi
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Dados do Trabalho de Conclusão
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA/JOÃO PESSOA
SOCIOLOGIA (24001015004P3)

Sociologia da Arte e os paradoxos do valor estético: uma discussão metodológica.
RICARDO ALEXSANDRO DE SANTANA
DISSERTAÇÃO
28/06/2013

Nossa dissertação gira em torno de uma das problemáticas centrais da sociologia da arte que diz respeito ao desafio de se analisar sociologicamente as obras de arte sem que seu valor intrínseco seja perdido. Tal questão remete-nos aos desafios de abordarmos a arte reconhecendo tanto sua potência crítica (capaz de promover uma emancipação das consciências frente à jaula de ferro da racionalidade moderna), quanto seu uso reificador (que permite e promove distinções sociais baseadas em um discurso estético da naturalização do gosto). Mas, como poderíamos realizar essa operação? Como seria possível pensar o valor estético da obra de arte via sociologia da arte? Como fazer isso sem transformá-lo num valor auto-referenciado e nem, ao mesmo tempo, subdeterminá-lo por considerações mais gerais e externalistas? Essas questões nos levaram a direcionar o nosso olhar sobre o problema dos valores na sociologia da arte para a sua referência mais direta na prática da sociologia, ou seja, a análise dos objetos artísticos. Nesse sentido, procuramos analisar os entraves e as possibilidades que alguns procedimentos metodológicos da sociologia nos oferecem no tratamento do objeto artístico, reconhecendo-o como um dos componentes de uma tríade (dinâmica e histórica) composta por elementos relativamente autônomos, quais sejam: obra de arte, autor e estruturas sociais. Para tanto, escolhemos os programas metodológicos de Howard Becker, Pierre Bourdieu e Antonio Candido como lugar de onde partiriam as nossas problematizações, procurando, contudo, não fazer uma análise proselitista de seus métodos. Assim, o que buscamos com este trabalho não é propriamente refletir sobre um “novo método” mais adequado para a sociologia da arte, e sim, sobre a necessidade de tratamento do valor estético por parte dos sociólogos da arte que considere as nuances e a complexidade de tal domínio, não o deixando como competência exclusiva dos estetas e críticos acadêmicos da arte que, por vezes, o tratam como autotélico ou sem fazer referências ao seu conteúdo ético.

Valor Estético. Sociologia da Arte. Método.
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1
97
PORTUGUES
Biblioteca Central da UFPB

Contexto
SOCIOLOGIA
TEORIA E PENSAMENTO SOCIAL E POLÍTICO
SOCIOLOGIA DA MORALIDADE E TEORIA CRÍTICA

Banca Examinadora
Orientador:
SIMONE MAGALHAES BRITO
O orientador principal compôs a banca do discente?
Sim
Nome Categoria
MAURO GUILHERME PINHEIRO KOURY Participante Externo
ROGERIO DE SOUZA MEDEIROS Docente

Financiadores
Financiador - Programa Fomento Número de Meses
FUND COORD DE APERFEICOAMENTO DE PESSOAL DE NIVEL SUP - Programa de Demanda Social 24

Vínculo
CLT
Instituição de Ensino e Pesquisa
Ensino e Pesquisa
Sim
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