Dados do Trabalhos de Conclusão

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO
MEDICINA (UROLOGIA) (33009015021P1)
Efeito da orientação de enfermagem no estresse da aplicação das medicações em pacientes submetidas a ciclos de estimulação ovariana em reprodução humana assistida.
NATALICIA APARECIDA DA SILVA LACERDA
DISSERTAÇÃO
15/01/2013

Objetivo: Verificar se o acompanhamento e a orientação de enfermagem na fase de estimulação ovariana diminuem os níveis de estresse e estado de ansiedade, relacionado à aplicação das medicações subcutâneas e interferem na assimilação da orientação das medicações. Método: foi realizado um estudo observacional prospectivo com a participação de 107 mulheres com infertilidade conjugal primária que foram submetidas a ciclos de estimulação ovariana no programa de Reprodução Humana Assistida da UNIFESP. Os critérios de inclusão considerados foram: primeiro ciclo de estimulação ovariana e sem conhecimento na técnica de aplicação de medicações subcutâneas. Aplicados questionários e testes de autoaplicação inventário de sintomas de stress para adultos de Lipp (ISSL) e inventário de Ansiedade traço-estado (IDATE), consulta com enfermeira (orientação das medicações ) avaliando as fases pré e pós-orientação de enfermagem. Resultados: os escores obtidos das mulheres, relacionados aos níveis de estresse e estado de ansiedade foram estatisticamente significantes (p<0, 001) ao compararmos a fase pré e pós-orientação. Na auto avaliação do nível de estado de ansiedade (IDATE) pré orientação de enfermagem, as mulheres apresentaram p<0,001 com 63,6% em estado de ansiedade (média alta) , diminuindo para 24,3% na fase pós orientação. Na escala de estresse (LIPP) observamos que 73,9% mulheres apresentavam estresse relacionado à auto-aplicação das medicações na fase pré-orientação, apresentando uma redução significante 14% mulheres com estresse pós- orientação das medicações. Relacionado ao estresse e dificuldades com as medicações na fase pré-orientação p<0,033 e na fase pós-orientação p<0,110. Não foi observada relação significativa ao relacionarmos estado de ansiedade com as variáveis sócio-demográficas. Conclusão: A intervenção educacional (orientação e acompanhamento) das mulheres, em estimulação ovariana pela enfermeira contribuiu para a diminuição do estresse e do estado de ansiedade relacionados à aplicação das medicações. A presença do estresse interferiu na assimilação sobre a orientação das medicações usadas durante a estimulação ovariana, entretanto o estado de ansiedade não comprometeu a aprendizagem das medicações.

fertilização in vitro, indução da ovulação, ansiedade, estresse, enfermagem
Objetivo: Verificar se o acompanhamento e a orientação de enfermagem na fase de estimulação ovariana diminuem os níveis de estresse e estado de ansiedade, relacionado à aplicação das medicações subcutâneas e interferem na assimilação da orientação das medicações. Método: foi realizado um estudo observacional prospectivo com a participação de 107 mulheres com infertilidade conjugal primária que foram submetidas a ciclos de estimulação ovariana no programa de Reprodução Humana Assistida da UNIFESP. Os critérios de inclusão considerados foram: primeiro ciclo de estimulação ovariana e sem conhecimento na técnica de aplicação de medicações subcutâneas. Aplicados questionários e testes de autoaplicação inventário de sintomas de stress para adultos de Lipp (ISSL) e inventário de Ansiedade traço-estado (IDATE), consulta com enfermeira (orientação das medicações ) avaliando as fases pré e pós-orientação de enfermagem. Resultados: os escores obtidos das mulheres, relacionados aos níveis de estresse e estado de ansiedade foram estatisticamente significantes (p<0, 001) ao compararmos a fase pré e pós-orientação. Na auto avaliação do nível de estado de ansiedade (IDATE) pré orientação de enfermagem, as mulheres apresentaram p<0,001 com 63,6% em estado de ansiedade (média alta) , diminuindo para 24,3% na fase pós orientação. Na escala de estresse (LIPP) observamos que 73,9% mulheres apresentavam estresse relacionado à auto-aplicação das medicações na fase pré-orientação, apresentando uma redução significante 14% mulheres com estresse pós- orientação das medicações. Relacionado ao estresse e dificuldades com as medicações na fase pré-orientação p<0,033 e na fase pós-orientação p<0,110. Não foi observada relação significativa ao relacionarmos estado de ansiedade com as variáveis sócio-demográficas. Conclusão: A intervenção educacional (orientação e acompanhamento) das mulheres, em estimulação ovariana pela enfermeira contribuiu para a diminuição do estresse e do estado de ansiedade relacionados à aplicação das medicações. A presença do estresse interferiu na assimilação sobre a orientação das medicações usadas durante a estimulação ovariana, entretanto o estado de ansiedade não comprometeu a aprendizagem das medicações.
fertilização in vitro, indução da ovulação, ansiedade, estresse, enfermagem
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70
PORTUGUES
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO
O trabalho não possui divulgação autorizada

Contexto

REPRODUÇÃO HUMANA E ANDROLOGIA
MECANISMOS CELULARES E MOLECULARES DA INFERTILIDADE FEMININA
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Banca Examinadora

RENATO FRAIETTA
Sim
Nome Categoria
FATIMA SILVANA FURTADO GEROLIN Participante Externo

Vínculo

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Não