Dados do Trabalhos de Conclusão

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA APLICADAS (31003010058P2)
CARACTERIZAÇÃO DA VIRULÊNCIA, RESISTÊNCIA ANTIMICROBIANA E RELAÇÃO GENÉTICA DE ENTEROBACTÉRIAS (Escherichia coli e Klebsiella sp.) ISOLADAS DE LAVADOS TRAQUEAIS E AMOSTRAS FECAIS DE POTROS DE MUAR COM E SEM SINAIS CLÍNICOS DE ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS
VANESSA COUTO CARNEIRO
DISSERTAÇÃO
28/06/2013

Afecções respiratórias são frequentes em cavalos jovens, principalmente em potros de um a seis meses, sendo provocadas por diferentes agentes infecciosos e diversos fatores, que contribuem para o estabelecimento dessas afecções, geralmente associados principalmente ao manejo inadequado. Este estudo teve como objetivo isolar e caracterizar cepas de Escherichia coli e Klebsiella sp. isoladas de lavados traqueais e material fecal de potros de muar de até seis meses de idade, da Fazenda Vital Brazil (Cachoeiras de Macacu, RJ), apresentando ou não sinais clínicos de alterações respiratórias. No período de dezembro de 2011 a novembro de 2012 foram coletadas amostras de lavados traqueais (n=56) e de material fecal (n=56). As cepas de enterobactérias (Escherichia coli e Klebsiella sp.) provenientes das amostras foram caracterizadas quanto ao perfil de sensibilidade a 13 antimicrobianos, à triagem fenotípica da produção de ESBL e pesquisa dos genes blaCTX-M, blaTEM, blaSHV. Foi investigada por PCR a presença de marcadores de virulência extraintestinais, incluindo os genes kpsMTII – fimH – cnf - afa1 - hlyA e pap. A relação genética entre as cepas foi avaliada pela determinação do grupo filogenético de E. coli e pela Amplificação Randômica de DNA Polimórfico (RAPD-PCR) para todas as cepas. A maioria das cepas apresentou resistência a um ou mais antimicrobianos testados, sendo detectada multirresistência e produção de ESBL. Todos os genes codificadores de ESBL pesquisados foram detectados. O gene fimH foi o mais frequente porém todos os genes de virulência pesquisados foram detectados a exceção do gene afa encontrado apenas em cepas isoladas de trato respiratório. Presença múltipla de fatores de virulência só foi detectada em cepas provenientes de animais apresentando sinais de alterações respiratórias. O grupo filogenético B1 foi predominante, porém as cepas identificadas no filogrupo B2 apresentaram maior número de genes de virulência. O RAPD demonstrou a diversidade genética das cepas e diferenciou as cepas de origem fecal daquelas isoladas de trato respiratório.

Afecções respiratórias, potros de muar, Escherichia coli, Klebsiella sp.
Afecções respiratórias são frequentes em cavalos jovens, principalmente em potros de um a seis meses, sendo provocadas por diferentes agentes infecciosos e diversos fatores, que contribuem para o estabelecimento dessas afecções, geralmente associados principalmente ao manejo inadequado. Este estudo teve como objetivo isolar e caracterizar cepas de Escherichia coli e Klebsiella sp. isoladas de lavados traqueais e material fecal de potros de muar de até seis meses de idade, da Fazenda Vital Brazil (Cachoeiras de Macacu, RJ), apresentando ou não sinais clínicos de alterações respiratórias. No período de dezembro de 2011 a novembro de 2012 foram coletadas amostras de lavados traqueais (n=56) e de material fecal (n=56). As cepas de enterobactérias (Escherichia coli e Klebsiella sp.) provenientes das amostras foram caracterizadas quanto ao perfil de sensibilidade a 13 antimicrobianos, à triagem fenotípica da produção de ESBL e pesquisa dos genes blaCTX-M, blaTEM, blaSHV. Foi investigada por PCR a presença de marcadores de virulência extraintestinais, incluindo os genes kpsMTII – fimH – cnf - afa1 - hlyA e pap. A relação genética entre as cepas foi avaliada pela determinação do grupo filogenético de E. coli e pela Amplificação Randômica de DNA Polimórfico (RAPD-PCR) para todas as cepas. A maioria das cepas apresentou resistência a um ou mais antimicrobianos testados, sendo detectada multirresistência e produção de ESBL. Todos os genes codificadores de ESBL pesquisados foram detectados. O gene fimH foi o mais frequente porém todos os genes de virulência pesquisados foram detectados a exceção do gene afa encontrado apenas em cepas isoladas de trato respiratório. Presença múltipla de fatores de virulência só foi detectada em cepas provenientes de animais apresentando sinais de alterações respiratórias. O grupo filogenético B1 foi predominante, porém as cepas identificadas no filogrupo B2 apresentaram maior número de genes de virulência. O RAPD demonstrou a diversidade genética das cepas e diferenciou as cepas de origem fecal daquelas isoladas de trato respiratório.
Afecções respiratórias, potros de muar, Escherichia coli, Klebsiella sp.
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80
PORTUGUES
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
O trabalho possui divulgação autorizada

Contexto

MICROBIOLOGIA
BACTERIOLOGIA
AVALIAÇÃO DA MICROBIOTA BACTERIANA DO TRATO RESPIRATÓRIO DE POTROS DE MUAR

Banca Examinadora

ALOYSIO DE MELLO FIGUEIREDO CERQUEIRA
Não
Nome Categoria
ROSANA ROCHA BARROS Docente
RENATA FERNANDES RABELLO Participante Externo
ANA CLAUDIA DE PAULA ROSA IGNACIO Participante Externo

Financiadores

Financiador - Programa Fomento Número de Meses
FUND COORD DE APERFEICOAMENTO DE PESSOAL DE NIVEL SUP - Programa de Demanda Social 21

Vínculo

Servidor Público
Instituição de Ensino e Pesquisa
Ensino e Pesquisa
Sim