Brasil

Dados da Disciplina

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
LITERATURA BRASILEIRA (33002010110P0)
TEORIAS DA NARRATIVA E "MUNDOS POSSÍVEIS" EM ALENCAR, BALZAC E SCOTT
FLC
6272
8
17/05/2016 à -
Não
Objetivos: Examinar dois romances históricos de José de Alencar, em perspectiva comparatista, levando em conta reflexões sobre categorias de teorias da narrativa. Serão discutidos O guarani e As minas de prata rastreando-se as influências e os diálogos que estabeleceram com O pai Goriot, de Honoré de Balzac, e Waverley e Ivanhoé, de Walter Scott, lançando-se mão tanto das teorias sobre a narrativa desenvolvidas pelos formalistas russos e os estruturalistas franceses quanto de seus questionamentos mais recentes. Justificativa: Autor decisivo para a ficção brasileira do século XIX, Alencar representa mais do que uma espécie de preâmbulo para a grande prosa de Machado de Assis. Este curso propõe, então, analisá-lo em seus próprios termos, discutindo em que medida seus romances construíram um mundo ficcional autônomo e auto-referente, ainda que com evidentes conexões com seu meio e momento. Para isso, serão primeiramente trabalhadas as teorias sobre a narrativa oriundas dos formalistas russos (Vladímir Propp, sobretudo), seus desdobramentos entre os estruturalistas franceses (Roland Barthes e Gérard Genette), passando pela teoria dos arquétipos (Northrop Frye) - cuja proximidade involuntária com os estruturalistas é hoje reconhecida - até chegar ao questionamento dessa centralidade da linguagem na análise das narrativas. Essa contestação se dará sobretudo através de teóricos que, embora formados na escola estruturalista, buscam repropor a dimensão ética da ficção, através de conceitos como “mundos ficcionais” (Thomas Pavel) e “mundos possíveis” (Lubomír Dolezel). Para dar conta desse aspecto central na obra de Alencar, ela será estudada em paralelo com dois autores assumidamente fundamentais para sua ficção, que são Balzac e Scott, cujas narrativas são, elas próprias, exemplos modelares de “mundos possíveis”. Conteúdo: 1) Agente e função na “Morfologia do conto maravilhoso” de Propp; 2) A polêmica entre Vladímir Propp e Claude Lévi-Strauss; 3. Roland Barthes e a análise estrutural da narrativa; 4) A teoria dos mundos possíveis: Thomas Pavel e Lubomír Dolezel; 5) O debate em torno do estatuto do romance histórico e suas implicações em Alencar; 6) Alencar leitor de Balzac: o caso de Padre Molina e Vautrin; 7) O herói passivo em Alencar e Scott e a infiltração da história. 8) Qual Scott Alencar leu? Forma de Avaliação: Trabalho final.
Primária - De José de Alencar O guarani, dois vols. Rio: José Olympio, 1953. As minas de prata, três vols. Rio: José Olympio, 1951. “Como e por que sou romancista”, in O guarani, vol. 1º, Rio: José Olympio, 1953, p. 47-74. “Bênção paterna (prefácio a Sonhos d´ouro)”, in Cinco Minutos, Viuvinha, A pata da gazela, Sonhos d’ouro, Encarnação. Rio: José Olympio, 1967, p. 162-168. - De Honoré de Balzac O pai Goriot. Trad. Rosa Freire D´Aguiar. São Paulo: Penguin/Companhia, 2015. - De Walter Scott Waverley; or ´tis sixty years since. Org. Claire Lemont. Oxford: Oxford University Press, 2008. Ivanhoé. Trad. Brenno Silveira. São Paulo: Martins, 1956. Sobre Alencar: Abreu, Capistrano de. Ensaios e estudos. Rio: Livraria Briguiet, 1931. Alencar, Heron de. “José de Alencar e a ficção romântica”, in Afrânio Coutinho (org.), A literatura no Brasil, vol. 1, tomo 2. Rio: Editorial Sul Americana, 1969, p. 835-948. 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