Brasil

Dados da Disciplina

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
LITERATURA BRASILEIRA (33002010110P0)
PRÁTICAS DE REPRESENTAÇÃO LUSO-BRASILEIRAS DOS SÉCULOS XVI, XVII E XVIII
FLC
6274
8
19/05/2016 à -
Não
Objetivos: O curso estuda práticas de representação da colonização do Estado do Brasil e do Estado do Maranhão e Grão Pará nos séculos XVI, XVII e XVIII. Especifica seus condicionamentos institucionais, seus códigos linguísticos e códigos bibliográficos; analisa os processos de ação verbal e as normas de regulação social que ordenam as representações, pressupondo a longa duração internacional da instituição retórica e a teologia-política da “política católica” ibérica na regulação dos seus gêneros; trata de interpretações delas pela historiografia literária brasileira dos séculos XIX, XX e XXI; trata da questão do “Barroco” e da exclusão do mesmo do cânone literário por Antônio Candido de Mello e Souza, em Formação da Literatura Brasileira (1959), e da crítica à exclusão feita em O Sequestro do Barroco: O caso Gregório de Matos (1989), de Haroldo de Campos. Com textos doutrinários de autores gregos e latinos antigos e textos italianos, espanhóis, portugueses, hispano-americanos e luso-brasileiros dos séculos XVI, XVII e XVIII, define representação e categorias e conceitos associados, como auctoritas, agudeza, alegoria factual, alegoria verbal, analogia, bem comum, conceito engenhoso, concórdia, consuetudo (costume), corpo místico, decoro, desengano, discrição, dissimulação honesta, emulação, engenho, erudição, estilo, éthos (caráter), ética, etiqueta, fides, figura, gênero, gosto, imitação, juízo, lei eterna, lei natural, lei positiva, ocasião, pacto de sujeição, páthos (paixão), perspicácia, prudência, razão de Estado, simulação, sindérese, ut pictura poesis, verossimilhança, vulgaridade e outros, que concorrem na definição do trinômio autor-obra-público. Justificativa: Conteúdo: 1. O “ESTADO DA QUESTÃO” DAS LETRAS E OUTRAS REPRESENTAÇÕES LUSO-BRASILEIRAS DOS SÉCULOS XVI, XVII E XVIII. A constituição do campo “literatura colonial” na historiografia literária do século XIX. Os conceitos de tempo histórico, homem, linguagem e arte das representações coloniais e da historiografia literária. O programa nacionalista dos primeiros românticos brasileiros: Gonçalves de Magalhães (1836). O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1838). Francisco Adolfo de Varnhagen (1854). Sylvio Romero (1870). Os modernistas de 1922: Mário de Andrade e Oswald de Andrade. A historiografia literária brasileira do século XX: Afrânio Coutinho. Antonio Candido. José Aderaldo Castello. Alfredo Bosi. Haroldo de Campos. Leituras BAPTISTA, Abel Barros. “O Cânone como formação: a teoria da literatura brasileira de Antonio Candido”. In O Livro Agreste. Ensaio de curso de literatura brasileira. Campinas, Editora da Unicamp, 2005. CAMPOS, Haroldo de. O Sequestro do Barroco. O Caso Gregório de Matos. Salvador, Casa de Jorge Amado, 1989. CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos.6 ed. Belo Horizonte, Itatiaia, 1981, 2 v., vol. 1. MAGALHÃES, Domingos José Gonçalves de. “Ensaio sobre a história da literatura brasileira”. In: Niterói. Revista Brasiliense. Paris,1836. Versão facsimilada pela Biblioteca da Academia Paulista de Letras. Introdução de Plínio Doyle e apresentação crítica de Antônio Soares Amora. São Paulo, 1978, p. 132-159. 2. PROCESSOS DA COLONIZAÇÃO DO ESTADO DO BRASIL E DO ESTADO DO MARANHÃO E GRÃO PARÁ (SÉCULOS XVI, XVII E XVIII). O “capitalismo monárquico” da dinastia de Avis (Séculos XV-XVI). Cabral, o Brasil, a Carta, de Pero Vaz de Caminha (1500). A conquista militar e espiritual do território. Teologia política, ética católica e retórica. A sociedade tupi. A Companhia de Jesus. Catequese, escravidão do “selvagem” e guerra justa contra o “bárbaro”. O Diálogo sobre a conversão do gentio (1556), do Pe. Manuel da Nóbrega. A correspondência jesuítica. O triângulo Lisboa, África, Brasil/Maranhão e Grão Pará. Os núcleos econômicos e políticos nos séculos XVI, XVII e XVIII: Pernambuco, Bahia, Minas Gerais. ( Modelos culturais: Maquiavel, Lutero, Contra-Reforma. A doutrina escolástica do "corpo místico" do Estado português. Santo Tomás de Aquino e a unidade de integração do corpo humano. Suárez e a doutrina da quasi alienatio do poder. Suárez e o texto Defensio fidei (Defesa da Fé) (1613). As três leis: eterna, natural, positiva. Botero e a “razão de Estado”. A Companhia de Jesus e a doutrina da "luz natural". A colonização do Brasil. Modelos culturais: a ética católica (virtude cristã, aristotelismo, anti-maquiavelismo, tacitismo; senequismo). Os tipos do discreto e do néscio( vulgar). A racionalidade engenhosa. Racionalidade de Corte e padrões cortesãos: agudeza prudencial; prudência; paciência; dissimulação honesta; honra e fama. A questão dos decoros e a proporção do "meio-termo" honesto. O Ratio studiorum: latim, lógica, retórica. Leituras ALENCASTRO, Luís Felipe. O Trato dos Viventes. Formação do Brasil no Atlântico Sul. Séculos XVI e XVII. São Paulo, Companhia das Letras, 2000. BOXER, C. R. O Império Colonial Português (1415-1825). Lisboa, Edições 70, 1969. ____________ A Igreja e a Expansão Ibérica (1440-1770). Lisboa, Edições 70, 1981. CURTO, Diogo Ramada. Cultura Imperial e Projetos Coloniais (Séculos XV a XVIII). Campinas, Editora da Unicamp, 2009. GODINHO, Vitorino Magalhães. Estrutura da Antiga Sociedade Portuguesa. Lisboa, Arcádia, 1977. HANSEN, J. A. “Anchieta: poesia em tupi e produção da alma”. In: ABDALA JR., Benjamin e CARA, Salete de Almeida (Org.). Moderno de nascença: figurações críticas do Brasil. 1 ed. São Paulo: Boitempo, 2006, v. 1, p. 11-26 __________ “ A Servidão Natural do Selvagem e a Guerra Justa conta o Bárbaro”. In: NOVAES, Adauto(Org.) A Descoberta do Homem e do Mundo. São Paulo, MINC-FUNARTE/Companhia das Letras, 1998, p. 347-373. ___________ Manuel da Nóbrega. Recife, Massangana, 2010. Col. Educadores Brasileiros. ______________________________.”O Nu e a Luz: Cartas Jesuíticas do Brasil. Nóbrega: 1549/1558”. In: Revista do Instituto de Estudos Brasileiros. São Paulo, IEB-USP, 1995, v. 38, p.87-119. HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. In Intérpretes do Brasil. Coordenação de . Silviano Santiago. Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 2002, v. 3. MORSE, Richard. O Espelho de Próspero. Cultura e Ideias nas Américas. São Paulo, Companhia das Letras, 1988. SCHWARTZ, Stuart B. Burocracia e Sociedade no Brasil Colonial. São Paulo, Perspectiva, 1979 (Estudos, 50) _____________________. (Sugar plantations in the formation of Brazilian Society. Bahia 1510-1835. Cambridge, Cambridge University Press, 1985, Chapters 1,2,3)(Trad. Brasileira: Segredos internos. São Paulo, Companhia das Letras). 3. AS CATEGORIAS AUTOR/OBRA/PÚBLICO NAS LETRAS LUSO-BRASILEIRAS DOS SÉCULOS XVI, XVII e XVIII A doutrina teológico-política do corpo místico do Estado português. O pacto de sujeição e a tópica do “bem comum”. A conceituação escolástica da pessoa: memória, intelecto, vontade. Anti-luteranismo e anti-maquiavelismo. Francisco Suárez: a doutrina do “pacto de sujeição” em De legibus (1612) e Defensio fidei (1613). Giovanni Botero: a doutrina do “interesse” anti-maquiavélico em Della raggion di Stato (Da Razão de Estado (1591-96). Agências culturais: a Companhia de Jesus (1549-1760) e a educação do letrado luso-brasileiro. Manuel da Nóbrega e José de Anchieta (século XVI). O Ratio studiorum (1599) e a retórica. Situação institucional do letrado luso-brasileiro. A questão da propriedade e da posse do artefato letrado. Autor/auctoritas. O conceito de “público” na sociedade luso-brasileira. Códigos bibliográficos: a manuscritura. Leituras ALBUQUERQUE, Martim de. A Sombra de Maquiavel e a Ética Tradicional Portuguesa. Ensaio de História das Idéias Políticas. Lisboa, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa/ Instituto Histórico Infante Dom Henrique, 1974. BOTERO, João. Da Razão de Estado.Coordenação e introdução de Luís Reis Torgal. Tradução de Raffaella Longobardi Ralha. Coimbra, Instituto Nacional de Investigação Científica/ Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra, 1992. COURTINE, Jean-François."L'héritage scolastique dans la problématique théologico-politique de l'Âge Classique". In MÉCHOULAN, Henry (Org.). L'État Baroque 1610-1652( Regards sur la pensée politique de la France du premier XVIIeme siècle). Paris, Vrin, 1985. HESPANHA, António Manuel e SANTOS, Maria Catarina. “Os poderes num império oceânico”. In Mattoso, José (Dir.) e Hespanha, António Manuel (Coord.). História de Portugal. O Antigo Regime (1620-1807). Lisboa, Editorial Estampa, 1982, 4o. v., págs. 395-413. SKINNER, Quentin.The Foundations of Modern Political Thought. Cambridge, Cambridge University Press, 1978, 2 v. 4. A LONGA DURAÇÃO DA INSTITUIÇÃO RETÓRICA NOS SÉCULOS XVI, XVII e XVIII. A técnica retórica. Categorias da mímesis aristotélica. Imitação, emulação, engenho, fantasia, juízo, arte, verossimilhança, decoro. O sistema dos gêneros luso-brasileiros. Os gêneros oratórios. O gênero histórico. Os gêneros poéticos. O ut pictura poesis horaciano. Categorias do juízo discreto e do gosto vulgar. As doutrinas italianas, espanholas e portuguesas das artes luso-brasileiras da agudeza, ornato dialético ou conceito engenhoso. Cipriano Soares (Retórica, XVI). Matteo Peregrini (Delle Acutezze che altrimenti spiriti, vivezze e concetti volgarmente si appellano (1639); Emanuele Tesauro (Il Cannocchiale Aristotelico (1654); Sforza Pallavicino (Arte dello Stile, ove nel cercarsi l’ Ideal dello scrivere insegnativo (1647); Baltasar Gracián (Agudeza y Arte de Ingenio (1644); Francisco Leitão Ferreira (Nova Arte de Conceitos , 1718). Leituras CASTRO, Aníbal Pinto de. Retórica e Teorização Literária em Portugal (Do Humanismo ao Neoclassicismo). Coimbra, Centro de Estudos Românicos, 1973. GRIGERA, Luisa López. La Retórica en la España del Siglo de Oro. Teoría y práctica. Salamanca, Ediciones Universidad de Salamanca, 1994. HANSEN, João Adolfo. “Cultural Models of Representation in Seventeenth-Century Brazil”, In: VALDÉS, Mario J.; KADIR, Djelal ( Org.) Literary Cultures of Latin America. A Comparative History. 1 ed. New York: Oxford University Press, Inc., 2004, v. II, p. 57-64. MOUCHEL, Christian.“Les rhétoriques post-tridentines(1570-1600): la fabrique d’une société chrétienne”. In FUMAROLI, Marc (Dir.). Histoire de la rhétorique dans l’Europe moderne 1450-1950. Paris, Presses Universitaires de France, 1999. 5. O MODELO CULTURAL DO CORTESÃO NAS LETRAS LUSO-BRASILEIRAS DOS SÉCULOS XVII e XVIII. Sociedade de corte, ética católica e decoro. Discrição, vulgaridade e prudência. Honra e fama. Dissimulação honesta e simulação maquiavélica. A tópica do “teatro do mundo” . Modelos culturais dos séculos XVII e XVIII luso-brasileiros: o Ratio atque Institutio Studiorum Societatis Iesu (1599) e os colégios jesuíticos. O ensino de Retórica, Gramática e Humanidades. O ensino de Artes( Filosofia). O ensino de Teologia. A questão da repetição e da memória. Tradicionalismo e concepção figural da história. Modelos culturais dos séculos XVII e XVIII luso-brasileiros: a Retórica aristotélica. Os gêneros. As doutrinas italianas e espanholas do ornato dialético enigmático: a agudeza ou conceito engenhoso. Retórica/ dialética: Matteo Peregrini; Emanuele Tesauro; Sforza Pallavicino; Baltasar Gracián; Francisco Leitão Ferreira. Modelos culturais dos séculos XVII e XVIII luso-brasileiros: Ut pictura poesis horaciano e a questão dos estilos. O conceito como "definição ilustrada". Emblemas, empresas e monumento. Diretivas contrarreformistas para a representação: Gilio e a censura do "pintor poeta". A doutrina do sermão sacro como imitação de conceitos predicáveis bíblicos: Vieira e a censura dos "estilos cultos" no sermão da Sexagésima. A sátira quevediana e gregoriana ao falar agongorado. Modelos culturais dos séculos XVII e XVIII luso-brasileiros: a doutrina do engenho como natureza, como furor e como exercício. A perspicácia dialética e a versatilidade retórica como sagacidade na constituição do juízo discreto e do gosto vulgar. Modelos culturais dos séculos XVII e XVIII luso-brasileiros: a questão do estilo no XVII. "Literatura" ou "belas letras"? Autor e público. A concepção teológica da história e a imitação como emulação: proporção ou commensuratio. Modelos culturais dos séculos XVII e XVIII luso-brasileiros: estruturas e usos. Condicionamentos materiais e institucionais das adaptações locais dos modelos. As 3 censuras (Paço /Ordinário/ Inquisição). A educação do letrado colonial. O artesão colonial. Leituras ACCETTO, Torquato. Da Dissimulação Honesta. Apresentação de Alcir Pécora. Trad. Edmir Misssio. São Paulo, Martins Fontes, 2001. ELIAS, Norbert. A sociedade de Corte.Investigação sobre a sociologia da realeza e da aristocracia de corte. Trad. Pedro Süssekind. Prefácio de Roger Chartier. Trad. André Telles. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2001. CASTIGLIONE, Baldassare. Il Libro del Cortegiano. In Opere di Baldassare Castiglione- Giovanni Della Casa- Benvenuto Cellini. Milano-Napoli, Riccardo Ricciardi Editore, 1960. GRACIÁN, Baltasar. El Discreto. In Obras Completas. Madrid, Aguilar, 1967. ________________. Oráculo Manual y Arte de Prudencia. Madrid, Aguilar, 1967. OSÓRIO, D. Jerónimo. Tratados da Nobreza Civil e Cristã. Trad., introd. e anotações de A. Guimarães Pinto.Lisboa, Imprensa Nacional- Casa da Moeda, 1996. STAROBINSKI, Jean. As Máscaras da Civilização. Ensaios. Trad. Maria Lúcia Machado. São Paulo, Companhia das Letras, 2001 6. EMULAÇÕES E POLÊMICAS SEISCENTISTAS DO “ESTILO CULTO”: GÓNGORA: FÁBULA DE POLIFEMO Y GALATEA; SOLEDADES (1613-1617). As retóricas gregas: Hermógenes (Categorias do estilo); Aftônio (Progymnasmata); Longino (Sobre o sublime). D. Luiz de Góngora y Argote e a agudeza. A antologia portuguesa Fênix Renascida. Quevedo: La Culta Latiniparla. Sor Juana Inés de La Cruz: Primero Sueño. Vieira e o estilo culto na arte oratória (Sermão da Sexagésima, 1655). D. Francisco Manuel de Melo: Hospital das Letras) Leituras ARANCÓN, Ana Martinez. La Batalla en torno a Góngora. (Selección de textos).Barcelona, Antoni Bosch editor, S.A., 1978 CARVALHO, Maria do Socorro Fernandes de. Poesia de Agudeza em Portugal. Estudo retórico da poesia lírica e satírica escrita em Portugal no século XVII. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 2007. HANSEN, João Adolfo. “Fênix Renascida & Postilhão de Apolo: Uma introdução”. In PÉCORA, Alcir (Org.) Poesia Seiscentista. São Paulo, Editora Hedra, 2002. 7. O CORPUS POÉTICO COLONIAL GREGÓRIO DE MATOS E GUERRA E A QUESTÃO DO BARROCO. A questão da autoria. Códices manuscritos e mouvance. O Licenciado Manuel Pereira Rabelo e o texto Vida do Excelente Poeta Lírico o Doutor Gregório de Matos Guerra (século XVIII). As apropriações românticas, modernas e pós-utópicas do corpus poético atribuído a Gregório de Matos e Guerra. A doutrina aristotélica do cômico: vícios fracos e fortes (Ética Nicomaquéia); ridículo/maledicência. A doutrina seiscentista do cômico: Emanuele Tesauro (Tratado dos Ridículos (Il Cannocchiale Aristotelico (1654). A sátira: topoi e técnicas epidíticas do retrato satírico. Leitura BARBOSA, Cônego Januário da Cunha. “Biographia dos Brasileiros Distinctos por Lettras, Armas, Virtudes etc.”. In: Revista Trimestral de História e Geographia ou Jornal do Instituto Histórico Geographico Brasileiro. Fundado no Rio de Janeiro sob os auspícios da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional. Debaixo da immediata protecção de S. M. o senhor D.Pedro II. Rio de Janeiro, Typographia de J.E.S.Cabral, abril de 1841, no. 9, tomo III. HANSEN, João Adolfo. A Sátira e o Engenho. Gregório de Matos e a Bahia do Século XVII. 2 ed. Cotia/Campinas, Ateliê: Editora da Unicamp, 2004. ___________________“Barroco, neobarroco e outras ruínas”. In Teresa. Revista da Área de Literatura Brasileira. São Paulo, DLCV-FFLCH-USP, 2002, no.2. MOREIRA, Marcello. Critica Textualis in Caelum Revocata? Uma proposta de edição e estudo da tradição de Gregório de Matos e Guerra. São Paulo, EDUSP, 2011. RABELO, Licenciado Manuel Pereira. “Vida do Excelente Poeta Lírico o Doutor Gregório de Matos Guerra”. In AMADO, James(Org.). Obras Completas de Gregório de Matos e Guerra. Crônica do Viver Baiano Seiscentista. Salvador, Editora Janaína, 1968, 7 v., v. 7. SCHUMM, Petra. “Nuevas Tendencias de la Investigación sobre el Barroco Brasileño”. In Revista de Critica Literaria Latinoamericana. Lima-Berkeley, 2º. Semestre de 1994, Año XX, no. 40. TESAURO, Emanuele . Tratado dos Ridículos. Tradução de Claudia De Luca Nathan. Estudo de João Adolfo Hansen. Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). Centro de Documentação Cultural Alexandre Eulálio. Editora da Unicamp, 1992, no. 1. VARNHAGEN, Francisco Adolfo de. Florilégio da Poesia Brasileira (ou Coleção das mais Notáveis Composições de Poetas Brasileiros Falecidos Contendo as Biografias de muitos Deles, tudo Precedido de um Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil). Lisboa, Imprensa Nacional, 1850. Reedição Academia Brasileira de Letras. Por Francisco Adolfo de Varnhagen. Rio de Janeiro, Academia Brasileira de Letras,1946, 3 v., v. I. 8. ANTÔNIO VIEIRA, O ESTADO DO BRASIL E O ESTADO DO MARANHÃO E GRÃO PARÁ: ORATÓRIA SACRA, MILENARISMO E PROFECIA Oratória sacra. Metafísica escolástica e teologia-política ibérica. Alegoria factual e providencialismo figural. Profetismo. A questão judia e a questão indígena. O V Império. A carta para o Bispo do Japão (1658). O Sermão da Epifania (1663). História do Futuro (1664). Clavis Prophetarum (1697). Leituras AUERBACH, Erich. “Figura”. In Scenes from the drama of European literature. Copyright by Clemens Auerbach, 1994; Figura. Madrid, Editorial Trotta, 1998. BESSELAAR, José van den. Antônio Vieira. Profecia e polêmica. Rio de Janeiro, EDUERJ,2002. CALAFATE, Pedro- “Introdução”. In VIEIRA, Padre António. A Chave dos Profetas. Dir. José Eduardo Franco e Pedro Calafate. Trad. do latim. António Guimarães Pinto. Lisboa, Círculo de Leitores, 2013, t. III, vol. V. COHEN, Thomas. The Fire of Tongues. Antonio Vieira and the Missionary Church in Brazil and Portugal. Stanford, Stanford University Press,1998. HANSEN, João Adolfo- “ Clavis Prophetarum: Deus, Profecia, Tempo”. In VIEIRA, Padre António. A Chave dos Profetas. Dir. José Eduardo Franco e Pedro Calafate. Trad. do latim. António Guimarães Pinto. Lisboa, Círculo de Leitores, 2013, t. III, vol. V. MUHANA, Adma Fadul. Padre António Vieira. Apologia das coisas profetizadas. Lisboa, Cotovia, 1994. PÉCORA, Alcir. Teatro do Sacramento. A unidade teológico-retórico-política dos sermões de Antônio Vieira. 1 ed. São Paulo/Campinas, EDUSP/EDUNICAMP. 1992. 2.ed. São Paulo/Campinas, Editora da Universidade de São Paulo/Editora da Unicamp, 2008. VIEIRA, Antônio. “Sermão da Epifania”. In PÉCORA, Alcir (Org.). Antônio Vieira: Sermões . São Paulo, Editora Hedra, 2000. ( Modelos culturais dos séculos XVII e XVIII luso-brasileiros: a recepção crítica da poesia atribuída a Gregório de Matos e Guerra. Da "Vida do Excelente Poeta Lírico, o Doutor Gregório de Matos Guerra", do Licenciado Manuel Pereira Rabelo (XVIII) ao texto O Sequestro do Barroco, de Haroldo de Campos ( 1989). Modelos culturais dos séculos XVII e XVIII luso-brasileiros: O cômico como ridículo e maledicência na doutrina aristotélica do Tratado dos Ridículos, de Emanuele Tesauro. A desproporção como vício forte e vício fraco. As técnicas dos mistos inverossímeis: icástico/fantástico. Técnicas e topoi do retrato satírico. Modelos culturais dos séculos XVII e XVIII luso-brasileiros: os caracteres da persona satírica. A metáfora como representação de tipos e prescrição de recepção no contrato enunciativo. Outros ( Desenvolvimento de temas dos tópicos anteriores) . 9. A ILUSTRAÇÃO CATÓLICA DO SÉCULO XVIII: A LÍRICA LUSO-BRASILEIRA DO SÉCULO XVIII. O Marquês de Pombal e a reforma dos estudos em Portugal. Anti-jesuitismo e empirismo. Pombalismo e reforma árcade. Verney (Verdadeiro Método de Estudar, 1742); Candido Lusitano (Arte Poética, 1748). Obras poéticas (1768): Cláudio Manuel da Costa. Leituras HANSEN, J.A. “Ilustração católica, pastoral árcade & civilização”. In: KOHUT, Karl e ROSE, Sonia V. (Org.). La formación de la cultura virreinal III. El siglo XVIII. 1 ed. Frankfurt am Main; Madrid: Vervuert; Iberoamericana, 2006, v. 13, p. 487-520. HOLANDA, Sérgio Buarque de. Capítulos de Literatura Colonial. Org. e introdução de Antonio Candido. São Paulo, Editora Brasiliense,1991. PROENÇA FILHO, Domício (Org). A Poesia dos Inconfidentes. Poesia Completa de Cláudio Manuel da Costa; Tomás Antônio Gonzaga e Alvarenga Peixoto. Volume único. Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1996. TEIXEIRA, Ivan Prado. Mecenato Pombalino e Poesia Neoclássica. São Paulo, EDUSP, 2000. 10 ILUSTRAÇÃO CATÓLICA: ÉPICA LUSO-BRASILEIRA DO SÉCULO XVIII. Poética aristotélica. A epopéia Os Lusíadas, de Luis Vaz de Camões (1572). As epopéias de Cláudio Manuel da Costa (Vila Rica); José Basílio da Gama (O Uraguai); Santa Rita Durão (Caramuru); Henrique Willekens (Muruhaida). Leituras HANSEN, J.A.; MOREIRA, M.; TEIXEIRA, Ivan Prado; BIRON, B.R.; MUZZI, E.S.; CAMPATO JÚNIOR, J.A.; FRANCHETTI, Paulo Elias Allane. Introdução: “Notas sobre o gênero épico”. In: TEIXEIRA, Ivan (Org.). Épicos. (Prosopopéia; O Uraguai; Caramuru;Vila Rica; A Confederação dos Tamoios; I Juca Pirama. 1 ed. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 2008, p. 17-91.
Textos gregos e latinos AFTÔNIO (APHTONIOS ) Progymnasmata. Textes établis et traduits par Michel Patillon. Paris, Belles Lettres, 2008, CORPUS RHETORICUM. ANÔNIMO. Retórica a Herênio. Trad. E introd. Ana Paula Celestino Faria e Adriana Seabra. São Paulo, Hedra, 2005. ARISTÓTELES. Poética (várias edições). _____________ Retórica (várias edições). HERMÓGENES. Prolegomènes au De Ideis. Les categories stylistiques du discours (De Ideis). Synopses des exposés sur les Ideai. Textes établis et traduits par Michel Patillon. Paris: Les Belles Lettres, 2012, CORPUS RHETORICUM QUINTILIANO, M. F. Instituição oratória (várias edições). VINSAUF, Geoffroi de. Poetria Nova. In FARAL, Edmond. Les Arts Poétiques du XIIe et du XIIIe siècle. Recherches et documents sur la téchnique littéraire du Moyen Âge 1924. Reed. Genève/Paris, Slaktine/Champion, 1982. Textos do século XVI ANCHIETA, Pe. José de, S.J. Teatro de Anchieta. São Paulo, Loyola, 1977; Arte da gramática da língua mais falada na costa do Brasil. Rio de Janeiro, Biblioteca Nacional, 1933; Cartas dos Primeiros Jesuítas do Brasil. Org. Serafim Leite, S.J. São Paulo, Comissão do IV Centenário, 1954, 3 v.; Poesias. Manuscrito do séc.XVI, em português, castelhano, latim e tupi. Transr., trad. e notas de M. de L.de Paula Martins. São Paulo, Boletim IV-Museu Paulista, 1954, Doc. Lingüística,4. BOTERO, João. Da Razão de Estado. Coord. e introd. Luís Reis Torgal. Trad. Raffaella Longobardi Ralha. Coimbra, Instituto Nacional de Investigação Científica/ Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra, 1992. CAMINHA, Pero Vaz de. A Carta de Pero Vaz de Caminha. Rio de Janeiro, AGIR,1977 (Nossos Clássicos). CASTIGLIONE, Baldassare. Il Libro del Cortegiano. In Opere di Baldassare Castiglione Giovanni dela Casa Benvenuto Cellini. A cura di Carlo Cordié. Milano-Napoli, Riccardo Ricciardi Editore, 1960, La Letteratura Italiana. Storia e Testi, vol. 27. GÂNDAVO, Pero de Magalhães. Tratado da Terra do Brasil. História da Província Santa Cruz. Belo Horizonte-São Paulo, Itatiaia-EDUSP, 1980. NÓBREGA, Pe. Manuel da, S.J. Cartas dos Primeiros Jesuítas do Brasil. Org. Serafim Leite, S.J. São Paulo, Comissão do IV Centenário, 1954, 3 v; Diálogo sobre a Conversão do Gentio. Ibidem, v II. SEPÚLVEDA, Juan Ginés de. Tratado sobre las Justas Causas de la Guerra contra los Indios.2 r. Mexico, Fondo de Cultura Económica, 1987. Século XVII ALMEIDA, Manuel Pires de. Poesia e Pintura ou Pintura e Poesia. Transcrição e introdução de Adma Fadul Muhana. Trad. do latim de João Ângelo Oliva Neto. São Paulo, EDUSP/FAPESP, 2002. FAJARDO, Diego Saavedra. Empresas Politicas: Idea de un Príncipe Político-Cristiano. Edición preparada por Quintin Aldea Vaquero. Madrid, Editora Nacional,1976, 2 v. GÓNGORA Y ARGOTE, D. Luis de. Obras Completas. Recopilación, prólogo y notas de Juan Mille y Gimenez/Isabel Mille y Gimenez. 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